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25 de janeiro de 2012

Nós já fomos mais inteligentes...

Carlos Nascimento disse tudo. Adorei.

24 de janeiro de 2012

Ano novo...vida nova

Ai que saudade deste blog!!
Muitas novidades para este ano....estou empolgada.
Logo, logo de volta!


26 de outubro de 2011

Volto logo

Imagem retirada de: http://glossyhouse.blogspot.com/2011/04/aviso.html 

Dando um tempo....logo volto para este blog querido. Bjs.

16 de setembro de 2011

VI Encontro Internacional Educared

Gente, olha que legal esse encontro sobre tecnologias e ensino que a Educared está promovendo!! Gratuitamente!! Adorei o tema:

Gente com atitude 2.0
Atitude 2.0: aprender é compartilhar

É um momento ímpar para compartilhar experiências e aprender moooito com as experiência de colegas professores. Eu te vejo por lá viu (on-line...ai quem me dera ir a Madri)!!

 VI Encontro Internacional Educared  


Sessões on-line
De setembro a outubro de 2011
Página oficial:
http://encuentro2011.educared.org
Blog informativo:
http://blogs.educared.org/encuentro2011

Sessões presenciais
20, 21 e 22 de Outubro de 2011
Pavilhão 6
Parque Ferial Juan Carlos I
IFEMA
Madri

Olha que vídeo interessante:


22 de agosto de 2011

Sorteio do "Ah que luxo"


Participem do sorteio do blog "Ah que luxo" e concorra à fragância unissex CK ONE - 200ML. As inscrições começam dia 21/08/11 e vão até o dia 01/10/11.


6 de agosto de 2011

Eu quero ser criança

foto: www.gettyimages.com

Sabe o que torna as crianças diferentes de nós?
Coragem.


27 de junho de 2011

Histórias de ônibus: aventuras amorosas de Jordana


O fim de semana, como sempre, foi maravilhoso e, como sempre, o retorno para casa, uma odisséia. Faço esse caminho todas as segundas-feiras. E penso: que povo sofrido! E toda segunda-feira, a trilha sonora da manhã é por conta de Zé Ramalho: “povo marcado, povo feliz”.
Quando entrei no ônibus, ainda sonolenta, usava óculos escuros, apesar de o tempo estar meio “quase” chuvoso e frio, meio frio, mais frio que as outras segundas-feiras. As poltronas já estavam quase todas ocupadas, apesar de aquela ser a terceira ou quarta parada após a garagem. Sentei-me pela primeira vez na primeira poltrona, ao lado da cobradora, no corredor, para o desespero de quem sonhava com o suporte da janela para um cochilo necessário e inevitável. Em dois segundos, o corredor estava lotado. Idas e vindas e algumas voltas para chegar à BR e eu já estava cansada daquele ônibus, e parece que todos os meus colegas ali compartilhavam do mesmo sentimento. Eram 8h20 da madrugada.
Ao meu lado, um adolescente medíocre ouvia músicas, com fones, graças a Deus, e por um momento, ria maliciosamente do rapaz que entrou usando roupas femininas, uma bolsa vermelha muito estilosa e botas fashion para o frio. Simpatizei-me com o rapaz elegante, adorei a moda e detestei o adolescente preconceituoso e feio, e que, como não bastasse, ainda ocupava minha poltrona ao lado da janela.
Antes de entrarmos na pista, Jordana entra com sua mãe. Sua mãe entra primeiro, faceira, como diz uma amiga, estridente na verdade, porque naquele horário, conversas deveriam ser proibidas. Quando olho para a filha, penso “que moça bonita”, mas para ser sincera, devido ao meu cansaço mental matinal, sei que não seria capaz de reconhecer sua fisionomia outra vez, a despeito de sua beleza. Mas reconheceria sua voz, afinal de contas, foi ela que embalou todo o longo e desconfortável percurso de 2 horas em direção à capital.
Quando percebi a alegria de mãe e filha e aquele entusiasmo inapropriado para uma segunda-feira, pensei “Ah Senhor, que elas fiquem bem, bem distante de mim”. Para minha alegria foram em pé, logo atrás da minha poltrona. Eu que havia me esquecido de carregar a bateria do mp3, tive vontade de arrancar os fones do adolescente nojento, ao meu lado, e desaparecer por completo. Mas não, tive de ouvir tudo e de camarote.
Jordana palestrava com a amiga mais velha, que até então, não sabia que era sua mãe, e riam da saga pela busca de moedinhas para pagar a passagem daquele ônibus lotado. Satirizavam a situação, estavam definitivamente felizes (“povo feliz”). Então começaram a falar sobre o Leonardo, de como estava triste e preocupado com a nova situação, de como havia perguntado se continuariam a se encontrar ele, ela e sua família, de como sentiria falta de sua companhia, e da de seu irmão. Ah o Leonardo! Foi ele o personagem principal da viagem.
Conheceram-se, Leonardo e Jordana, no trabalho dela. Ela lhe servia cafezinho. Aparentemente, desde o início, havia entre eles uma tensão sexual, que Jordana descrevia como “eu não ia com a cara dele”. Certo dia, questionada sobre seu tratamento indiferente, a moça confessa que não gosta do rapaz porque ele tem uma cara de muito pouco confiável. Era o que ele precisava para assumir o desafio “vou lhe provar que não sou assim, morena”. Dessa forma, começa a história de morena e Leonardo, relembrava a moça à mãe que lhe indagara como tudo começou.
A essa altura da viagem, confesso, comecei a me interessar pela história e sei que não fui a única. Jordana conta para a mãe que agora, na nova situação, Leonardo havia lhe oferecido uma oferta de emprego, talvez uma última tentativa de mantê-la mais próxima, mas ela havia recusado. Sua mãe lhe repreende: “já pensou? trabalhar de carteira fichada? por que recusou? pense bem, Jordana, não somos ninguém sem carteira fichada”. Apesar de reflexiva, pude perceber que Jordana acreditava ter tomado a decisão mais acertada, não via razão para incentivar esse sentimento que já não lhe interessava mais, não queria fazê-lo sofrer ainda mais.
Na conversa entrecortada, típica das entre mãe e filha, entre risos, piadas e forte sotaque goiano, Jordana se envaidece de sua beleza. Ela chama atenção dos homens. Todos a querem. No trabalho, não lhe permitem que namore, sob o argumento de que ninguém está à sua altura, mas na verdade, os colegas a querem. Seu patrão lhe tem ciúmes. Mas Leonardo, apesar de mais velho e nem tão bonito, a conquistou. Ficaram amigos. Ele se aproximou de sua família, de seu irmão mais novo que logo se apegou ao “cunhadão”.
Jordana se orgulhava da conquista. Ela estava naquele ônibus em que todos sentíamos como sardinhas especiais. Ele tinha uma S10, uma fazenda e uma empresa com empregados que a admiravam porque era linda e humilde, um anjo. E anjo, era assim que ele a definia: “Eu não a trocaria por nada nessa vida, disse ele, me olhando bem nos olhos, você é um anjo. Eu sorri, mãe, e pensei – coitado dele. Eu, um anjo?”. Começaram a sair, ficaram próximos, mas não eram namorados, ou eram de um jeito não oficial.
Mas agora, Jordana estava numa nova situação, um novo cara, provavelmente. Não havia espaço para Leonardo. Mas ela ainda nutre um sentimento carinhoso pelo amigo, que insiste em ficar por perto. A mãe, visivelmente decepcionada, torcia para que a filha se desse bem com o sujeito bonzinho, que provavelmente estava inebriado pela beleza da filha e poderia lhe oferecer um futuro mais promissor, apesar de que, como boa mãe, sentia ciúmes. São amigas. O telefone tocou duas vezes, era o chefe das duas, Carlos, impaciente com a demora. Ninguém contava com um congestionamento que prolongou a viagem para o dobro do tempo. Finalmente, mãe e filha se dirigem para a porta do ônibus, mas ainda dá para ouvir os risos das duas amigas. Descem na parada do shopping. Estão atrasadas para o trabalho.
Eu fiquei aqui, pensando naquela moça bonita, de voz simpática, aparentemente meiga e feliz. Mais uma garota enganada pelos padrões de beleza dessa sociedade? Mais uma moça bonita, admirada, desejada, tida como um pedaço de carne a que todos os homens têm direito? Fico na dúvida. Será que Jordana aprenderá um dia a lidar com sua beleza, usando-a a seu favor, não para trapassear, mas para ir além? Será que ela percebe que sua simpatia aliada a outros prováveis talentos já são suficientes para que alcance seus sonhos, como disse “um dia serei advogada”. Será que um dia, ela vai se dar conta de que é linda, mas que não é somente isso? Simpatizei-me por Jordana e sua mãe. Ela se parece com algumas de minhas alunas. Que ela tenha bons professores. Que seja feliz.
Duas horas e meia depois, estou em casa. E que comece a semana!

3 de junho de 2011

Não à publicidade infantil




Está em debate na câmara projeto sobre regulamentação da publicidade infantil. 
Toda publicidade infantil é abusiva e desleal. Ela já é proibida em diversos países. 
Está na hora de protegermos as crianças e as famílias dos abusos deste tipo de publicidade que induz a comportamentos preocupantes e gera necessidades inúteis para a criança, que por sua vez é responsável por grande motivação de compra nas família.
Informe-se! Acompanhe os trabalhos sérios e nobres da Fundação Alana.
Assine o manifesto contra a Publicidade Infantil no site: http://www.publicidadeinfantilnao.org.br
Não fique por fora dos debates relacionados ao tema.
A sociedade não pode se omitir diante de discussões tão importantes que estão diretamente relacionadas ao dia a dia nos nossos lares.

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